Mídia

As redes sociais e o poder da empatia

10/05/17 - ISSOaí Design

Como empresas podem usar Facebook, Youtube, Twitter, para gerar empatia com seus consumidores?

Desde a criação de Redes Sociais, algumas empresas tem batido a cabeça para saber usar o novo meio de comunicação com seu público. O desafio é tentar se encaixar de uma maneira que soe natural e ao mesmo tempo, gere empatia do público com sua marca.

Algumas partem para o humor, outras para a informação, e sem dúvida não existe uma fórmula certa, mas sim tentar achar o seu tom de voz. No post onde falei sobre a Definição do Público, exemplifiquei com a Starbucks, como entender com quem você esta falando facilita passar a mensagem adiante. Aqui a ideia é a mesma, porém precisamos pensar em 2 pontos cruciais para o sucesso das empresas em redes sociais: frequência e conteúdo.

Para se criar uma reciprocidade entre marca e público, é preciso que as empresas entendam que possam dar algo a mais para a comunidade que simplesmente seu produto ou seu serviço. Aí entra a parte do conteúdo, pois ao criar um conteúdo relevante, onde distribuímos informações e ao mesmo tempo conhecimento, estamos gerando empatia pela marca. Ou seja, se eu vendo sapatos, a ideia é que eu consiga abraçar conteúdos como: cuidado com seus pés, dicas para vestimenta, entre outras coisas. Ou seja, a ideia central do conteúdo é maximizar o repertório da empresa para que ela dê ao consumidor algo intangível e que gere essa conexão humana.

Por outro lado, é importante que seja mantida uma frequência, para que o consumidor se sentia atendido e próximo da marca. Não à toa, o Facebook de uns anos para cá, começou a dar estatísticas de velocidade de respostas nas mensagens enviadas para páginas. É importante que o contato seja frequente, atencioso e com qualidade.

Mais uma vez, não existe uma fórmula, mas se você quer manter uma vez por semana o contato com seus consumidores, faça isso, e transmita esse comprometimento de forma atenciosa.

Escrito por Rafael Arinelli

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